A Ana sempre foi um espírito livre. Não sei se é o fato dela ser a irmã do meio e ter traumas de irmã do meio, mas ela sempre foi mais independente. Não emocionalmente falando, mas em relação a conversas, pedir informação, viajar, ousar, sair da zona de conforto. Nisso, eu sou suuuper o oposto.
Na primeira vez que a Carol foi para o Canadá, o pai estava junto, mas ela não queria nem saber. Ela queria conhecer o lugar, conhecer o pessoal e vivenciar tudo aquilo. Foi assim na faculdade também e nos módulos (simulações de Relações Internacionais) dos quais ela participou. Ela se envolvia, incorporava o papel que lhe era designado e lutava por aquilo. Com a Ana é mais ou menos assim: tu tens o direito de ter uma opinião e eu tenho o direito de falar o que eu achar necessário a respeito disso.
Ela sempre teve convicções fortes. Cada dia, sinto mais falta dela. Mas é uma falta daquelas bem safadas, porque ela é meio boa ao mesmo tempo que maldita. Tipo, tenho muita falta, mas não quero te ver antes de 2013, entende? É meio complicado :)
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