quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A distância faz com que façamos (ou escrevamos) coisas loucas. Numa das cartas que eu mandei pra Ana Carolina, escrevi um poema. Fazia muito tempo que eu não escrevia um poema, mas ficou bem engraçado (eu acho oO).

18 Months

Only long skirt and mom-made dresses
Pants (I guess) are allowed on pday
"Ugly" shoes so you can work much better
Spreading news to the lost and stray

Boyfriends aren't really needed
For the letters you shall receive
Boys tend to be big headed
I have one, believe me (brincadeirinha)

Eighteen months will go by fast
Then you`re home with work and worries
All I ask of you is to not forget
The sweet comforting Spirit's company

I fear the day while I'm on my mission
You'll meet your prince and our pledge betray
If you do so I will certainly kill you
'cause I must be there on your wedding day.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Quebrando Coisas - III

Bom, talvez, eu tenha uma parte de culpa nessa história. Entretanto, eu também culpo as indústrias de sabão de uma marca determinada a qual não mencionarei aqui, pois não recebo dinheiro para tal! Mas vocês vão concordar com a minha justificativa. Tenho certeza!

Sempre fui uma menina prestativa! Cozinhava pros outros (talvez, uma história para outro post), alcançava o sabonete ou shampoo pros outros (e aproveitava pra dar sustos) e eu adorava limpar a lavanderia daquela mesmo prédio que a ANA quebrou a janela do corredor.

Vocês devem pensar: "Ai, que linda. Tão pequena e pegava um balde com água e um pano como uma pessoa normal e limpava a lavanderia pra mamãe!". Mas é claro que não!!!! Eu jogava água no chão e dê-lhe tacar sabão em pó. Aí, eu pegava uma vassoura e esfregava, esfregava, esfregava até fazer bastante bolhas e ficar escorregadio. Eu fingia que estava patinando no gelo e deslizava com aquela vassoura (meu par) de um lado para o outro. Só que eu não queria que ficasse tããão escorregadio, sendo assim a culpa daquela indústria de sabão por ter feito um produto tão eficiente!

Voltando à história, lá estava eu, alegre e faceira, deslizando, fazendo piruetas e agradando o público quando perco o equilíbrio e CRASH! A vassoura se joga contra o vidro do banheiro. Nossa, que desespero. Nem lembro se eu estava sozinha em casa ou não, mas eu nunca limpei uma cena do crime tão rápido. Nessa história, eu lembro quem levou a culpa =/

Quando comecei a pensar nas coisas que havíamos quebrado, só lembrei de três grandes prejuízos, mas escrevendo-os aqui, lembrei de mais um.... que também foi nesse prédio. Ou seja, a culpa não foi minha, o prédio que é amaldiçoado!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Que Me Faz Lembrar da Ana

Permanecer Fiéis à Orientação que Recebermos

Podemos “olhar para cima” permanecendo fiéis à orientação que recebemos de um amoroso Pai Celestial por meio de revelação pessoal. Às vezes, as pessoas tentam nos dissuadir de colocar em prática as coisas que recebemos, e mesmo que tenham boas intenções, precisamos permanecer fiéis ao que sentimos.
Minha mulher e eu temos uma filha que está servindo missão de tempo integral na Espanha. Essa filha passou seus anos do curso médio na Nova Zelândia, enquanto eu servia como presidente de missão. Quando fez 21 anos, ela disse: “Pai, mãe, acho que preciso servir uma missão”. Evidentemente, ficamos felizes com essa decisão justa, mas sabendo que tinha sido um sacrifício para ela mudar-se de perto dos amigos e da família durante a adolescência, eu lhe disse: “Você já serviu uma missão”.
Ela sorriu e disse: “Não, pai, você serviu. Agora eu quero servir ao Senhor”.
“Está bem”, sorri. “Você vai cumprir essa missão. Siga a inspiração que teve de servir.”
Hoje estou emocionado em ver que ela não apenas está servindo ao Pai Celestial e a Seus filhos na Espanha, mas também está seguindo a inspiração que sentiu. Ela não deixou que nem mesmo eu, um pai bem-intencionado, a convencesse a fazer qualquer outra coisa que não fosse o que sentiu ser o certo para sua vida e que era o plano do Pai Celestial para ela.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Day #44 - A Ratinha

Livros sempre foi uma paixão das meninas aqui de casa. Não sei se o pai é muito de ler livros. Ele gosta de jornais e revistas. O Zero Hora e a Veja sempre fazem  ponto pela casa. Para nós, meninas cultas, os livros já são bem mais atraentes: histórias policiais, romances, ficção, fatos reais, best-sellers, pouco conhecidos, livros de auto-ajuda (empresariais, comportamentalistas, de relacionamentos, etc). Seja o  tipo que for, nós gostávamos desde que seja bom (para os nossos padrões e gostos).

Ao me apropriar do quarto da Carol, toda noite vou dormir com todos aqueles livros que encarando. Eu fico muito tentada a lê-los, mas a falta de tempo e preguiça tem me impedido. A origem dos livros da Carol são diversas: presentes de aniversário, presentes de Natal, presentes de formatura, presentes de amigo secreto, os que ela comprou no Brasil, os que ela comprou no Canadá, os que ela roubou pegou emprestado da mãe! Vários!

Ela é uma verdadeira RATA DE LIVROS!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Day #43 - O Envelope Azul

Achei um envelope nas coisas da Ana. Um envelope azul, simples e com alguns papéis dentro. Eu sabio o que continha lá dentro sem nem ousar abrir, porque eu já tivera um daqueles também. Ao ficar admirando aquele envelope azul, percebi que ele continha muito mais da Ana do que ele aparentava.

Em cada pedaço de papel, cuidadosamente preenchido a mão - ou, às vezes, até com pressa para ir para casa ajudar a fazer o almoço - vê-se esperança, sonhos, planos, fé, altruísmo, dedicação, bondade, disposição para fazer o bem... Enfim!

Era perceptível, através daquele gordinho envelope azul, que ele continha a essência de uma mulher. A minha irmã!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Day #42 - Quebrando Coisas - II

Sim, eu sei que você esperava ansioso pela continuação. Voilà!

Se eu não me engano essa história também se passou numa tarde de verão. Nós morávamos no terceiro andar de um apartamento. Lembro perfeitamente que havia 63 degraus - ou eram 61?! Bem, talvez eu não lembre tão perfeitamente assim, mas isso não é importante. Antes de continuar, preciso esclarecer que a culpa não foi minha e por mais que a versão da Ana dessa história seja diferente, o blog é meu e eu conto as histórias da maneira que eu quiser =P

Eu, pessoalmente, culpo o arquiteto do prédio, pois, durante aqueles longos lances de escada, muitas coisas podem acontecer. E foi bem isso que aconteceu. Nós estávamos subindo as escadas, conversando. Eu lembro de estar tirando sarro ou provocando a Ana (o que todos sabem que era muito raro). Do nada, ela atira um molho de chaves na minha direção. É óbvio que eu não ia ficar ali parada. Abaixei-me e.... CRASH! Lá se foi o vidro do corredor.

O primeiro pensamentos que tivemos foi: O PAI VAI NOS MATAR! Eu também não lembro o desfecho da história, mas sei que a Ana levou a culpa. Ela fica braba até hoje, olha que coisa mais feia! Isso só prova que a culpa foi todinha dela #disfarça

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Day #41 - 20 de Setembro.... TCHÊ!

Os 20 de Setembros sempre foram regados de.... desfiles! Como a Nani, a Ana e eu sempre participávamos da gincana do colégio, sempre desfilávamos como uma tarefa. Ajudávamos a confeccionar os carros se necessário, chegávamos antes para organizar todos e distribuir as fitinhas de identificação, ficávamos horas embaixo do sol torrante só esperando para entrar no desfile, que duraria mais algumas horas!

Depois do colégio, nós paramos de desfilar! Como Catarinenses (sim, não somos gaúchas) nunca tivemos esse hábito. Assim como o chimarrão. Sim, eu sei, que coisa horrível. Os meus parentes que moram em Santa Catarina tomam mais chimarrão do que nós, que moramos no Rio Grande do Sul há 18 anos. Mesmo assim, me considero mais gaúcha do que catarina!

E mesmo não tendo nenhuma tradição gaúcha nesse 20 de Setembro, ele foi incompleto sem a Carol (Ana)!