Elisabeth estabeleceu os seguintes passos desse processo:
- Negação
- Raiva
- Negociação
- Depressão
- Aceitação
Acordei com isso na cabeça hoje pela manhã. Tentei negar o fato de que eu ficaria longe de alguém que amo por um ano e meio ao dizer para mim mesmo que não era necessário pensar muito sobre isso; até mesmo ao desejar que isso tudo fosse um sonho.
Não senti raiva, mas brinquei algumas vezes com a Ana que se ela ficasse eu não pegaria mais as roupas dela sem pedir ou que se ela me amasse mesmo não ficaria tão longe por tanto tempo. Foram negociações de brincadeira, mas admito que talvez, inconscientemente, eu desejava que ela aceitasse.
O período de depressão, aquela vontade de chorar, de não sair da cama, de ficar o tempo inteiro quietinha e sem ninguém por perto, só curtindo a tristeza por um tempo, foi curto. Mas passou e agora o que fica é a saudade. Sem perceber, ficava dizendo para mim mesma: "Ela não está aqui. O tempo passa rápido. Não precisa chorar. Está tudo bem". Então percebi que comecei a aceitar.
Aceitei o fato de que isso NÃO É O FIM DO MUNDO, que a vida continua pra mim, pra ela e pra todos. Aceitei o fato de que, assim como a Ana vai estar ajudando e conhecendo muitas pessoas lá, eu vou fazer o mesmo aqui e sinto-me conectada a ela de alguma maneira.
Ela está feliz e isso me faz feliz!
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